31.1.06

[...Frame-to-Frame...]

{ Frame-to-Frame... talvez a vida seja exactamente isso. Momentos exactos registados através de bruscas paragens do tempo. Afinal podemos parar o tempo!... Registar o movimento, num pedaço de papel rabiscado com datas e acontecimentos... depois, depois basta aceder à memória das coisas... e alí está ele, o tempo... estáctico à espera de nós mesmos.
Cada momento é isolado de si mesmo... de sons, cheiros, emoções, sensações, luz e contrastes de um todo. E a vida é exactamente isso... o agrupamento múltiplo de vários registos.
A constante procura... talvez quem sabe... não seja esse o mistério da vida... desvendar tantos outros registos herdados genéticamente que coabitam na memória de cada um. Parar o tempo, colar imagens, repor o som, contar uma história... criar personagens, e por fim... por fim, voltar a parar o tempo e recomeçar tudo de novo.
Frame-to-Frame... talvez a vida seja exactamente isso.}

27.1.06

[... Galáxia ativa M87...]

http://mp3.juno.co.uk/MP3/SF204523-02-01-03.mp3

{ Dedicarmos uma vida a estudar esta Galáxia... é deveras apaixonante. Observar, captar, analisar, ler e registar tudo aquilo que todos os planetas têm em comum... é acreditar que há de facto outros mundos.
Rebatendo todas as informações, concluímos que todos os Planetas têm:
-Nomes de Deuses Grego-Romanos; Uma relação um a um com as diferentes partes do cérebro (glangio basal-tálamo e hipotálamo); Aneis; Estelites naturais; Periélios e afélios que são independentes e se movem no tempo, ou seja, as elipses giram; A mesma forma arredondada; Detetives sobrenaturais; Orbitas elípticas; Igual influência sobre os signos; A mesma qualidade de vida; Vida ao mesmo tempo nesta Galáxia; Nodos; Campo magnético; Movimentos de rotação; Cinco ponstos Lagrangeans; Elementos químicos; Vida própria e giram em uniformidade; Sinfonia própria; Luas; Chuva; Movimento de rotação à volta do Céu; Recursos intrínsicos; A mesma origem; O seu tempo de vida... Safa!... O seu tempo de vida?!...
O melhor é preparar desde já a mala, e zarpar para outra Galáxia... a Gálaxia M87...talvez! }

25.1.06

[...Spiritus flat ubi vult...]

http://mp3.juno.co.uk./MP3/SF114790-01-01-04.mp3

Spiritus flat ubi vult (loc. lat.) o espírito sopra em qualquer parte; a inspiração é um dom da natureza, não depende da vontade.

24.1.06

[...Uma assinatura com Aroma...]

{ As assinaturas não são meros rabiscos. Todas elas são um passaporte de identidade. Podem ser coloridas... numa só cor, ou ainda retratarem estilos e modos de vida. Umas são mais esbeltas... menos legíveis que outras... mas todas elas, não são mais do que o registo, de uma marca pessoal. Esta assinatura tem aroma... é um rabisco com duplo prazer!}
www.zen.pt

23.1.06

[...EVI...Ópera em cena...]

http://www.evi.pt

{Dizem...que nada se faz. Que nada se cria neste País... Dizem ainda... que não existe politica cultural... dizem tanta coisa... mas nada fazem... ou melhor, nem sabem o que existe... nem tão pouco quem são os artistas que teimam em não parar. Mas, aqui também se cria... também se faz... também se expõe...também se têm ideias... por mais que ignorem tudo isso... também se faz arte neste País!...}

18.1.06

[ Imi...Tu...You ]

http://mp3.juno.co.uk/MP3/SF156659-01-01-13.mp3

tu, pron. pess. suj. designativo da pessoa com quem se fala; a tua pessoa; s. m. o tratamento de tu; -lá-cá: com familiaridade. (Lat. tu).

16.1.06

{ verde...tudo verde-montanha }

http://mp3.juno.co.uk/MP3/SF204137-01-02-01.mp3

verde-montanha, s. m. e adj. cor ou designativo da cor verde com tons escuros e levemente azulados; espécie de tinta com que, nos quadros, se imita a coloração dos montes vistos de longe.

6.1.06

[...w ou W...]

w ou W ( vê dobrado), s. m. letra estranha ao alfabeto português, mantida apenas em derivados vernáculos de nomes próprios estrangeiros e em combinações gráficas que não sejam peculiares à nossa escrita, equivalente ao nosso u, em palavras de origem inglesa, e a v em vocábulos de origem alemã ou polaca. Representa o ponto cardeal oeste;simbolo do volfrâmio, em química. (Ing. ou al. W, w).

http://mp3.juno.co.uk/MP3/SF198505-01-01-01.mp3

4.1.06

[...O que te recorda Tenzin Gyatso?...]

{O que me recorda?... talvez um peixe!...Não os peixes de Joseph Heller... mas outro peixe. Mas, o que terá realmente este homem... que me recorda outro homem, tão cantado em todo o mundo?... Já sei! Talvez o facto de este homem estar vivo e presente... e o outro homem... que me recorda este... está ausente de vida mas sempre presente entre todos nós... Que assim o seja!
"O que te recorda então Tenzin Gyatso?"
Espiritualidade... essa arma gloriosa que habita em toda a humanidade e por vezes... em alguns, está um tanto adormecida.
"Isto é, quando um peixe não recorda outro peixe... o que recorda?..."
Ora aí está...recorda outros peixes... semelhantes a este. }

http://jjiexilebrothers.com/intro.mp3

2.1.06

[...taxi...taxa...taxare...]

Eh...Taxi!... Gosto deles como eram... pretos de capota verde. Sempre que os chamo, ainda hoje... vem-me à memória aquela imagem. É como olhar para um jornal e imaginá-lo editado em outras línguas. São coisas da memória selectiva. Afinal, podemos ver nas coisas que povoam o mundo apenas aquilo que desejamos que elas sejam... Não será esse o jogo da vida?!... Ver através da organização matemática dos códigos, imagens selectivas existentes na biblioteca da nossa memória!... Preparar uma viagem é também um jogo interactivo de imagens. Não sei como são os "Táxis" no Mali!... Certamente que irei de taxi para o hotel... e antes disso, terei todos os jornais do dia comprados numa loja, numa banca, num quiosque... ora, que importância terá tudo isso?!... É tempo de renovar a biblioteca das memórias, das imagens e das coisas que povoam o mundo... para depois com tempo... voltar a organizar todos os códigos selectivos deste planeta.
E depois... depois... et voilà... Taxi!...

http://mp3.juno.co.uk/MP3/SF170058-01-01-01.mp3

tax(i)... elemento grego ou latino de composição de palavras que exprime a ideia[1] de arranjo, ordem (gr. táxis), [2] de teixo (lat. taxu) ou [3] de taxa (do lat. taxare).

30.12.05

{...Tanto mar chegou a [AIT]...}

Agora chove nesta praia.
O céu muda de cor... e o mar tem sons diferentes.
[AIT] brinca no silêncio do Atlantico.
Constroi seus castelos de espuma branca, nesta praia sem gaivotas
E de areias sem agasalho.
São fantasias em praias do Sul.
Se todo o céu muda de cor, o mar tem muitos sons...
[AIT] ausente do adeus brinca em areias do céu.
Abraça o gesto de quem quer bem
E, brinca um pouco mais com esperança
Entre espumas brancas coloridas em gargalhadas azuis.
E tanto mar chegou a [AIT]
Num último adeus nesta praia.
Faz noite...agora, e o céu já mudou de cor
Suavemente, a música escolhe outros céus para naufragar.
A praia tem tanto mar que chegou por fim...a [AIT].
{ Dedicado a RMS vitima de um [AIT] }

28.12.05

[Os Trabalhadores do Espirito]

O suspeito amanhã dos trabalhadores de espirito é sempre uma terrível incógnita. Porém, o elemento de revolta individual na arte e na música modernos, incluindo o jazz aconteceu... e sempre irá acontecer à frente de todas as "coisas" que nos separam. É esse tempo - o da fascinante incógnita do acto criativo - o grande impulsor de sentimentos que povoa a alma dos artistas. Da expressão, à defenição de arte moderna e da sua relação entre os dirigentes intelectuais e a massa popular... alguém escreveu o seguinte:
(...) A arte moderna, por outro lado, fornece um exemplo de uma minoria intelectual e artística que vai à frente - ou pelo menos separada- do povo. Esta separação entre a minoria artística e o povo vai contra o dogma soviético-comunista da identidade entre os "trabalhadores do espirito" e a massa de camponeses e operários. Esta disparidade poderia ser resolvida empanturrando o povo de arte moderna ou silenciando os artistas.(...)
"TODAY'S ISMS - William Ebenstein - Pág. 112 - Brasília Editora porto - (5º Edição 1967).

26.12.05

[tempus fugit]

O tempo voa em tardes que chegam tarde, isto é... a tarde da vida e do fim não sabe calar-se!... O tempo não é um aborrecimento da vida... mas é a esperança vestida com o talento de fazer bem. Se o fizeres... cantarás a honra dos Deuses!... E, se nesse canto o tempo estiver anuviado... jamais estarás só.
A Península Ibérica tem na realidade, regiões tão diferentes!... De regresso a esta região, virada para o Monte Olivete em Lisboa, curiosamente o tempo já não voa em tardes que chegam tarde.
Eis o novo tempo; A era da cruzada dos Guerreiros do "Tolle Lege".

3.11.05

[...In recolliege...]

A erupção cutânea das nuvens provoca diversas manifestações no comportamento humano... Refugiar-se da chuva, é um deles!
O recolhimento, transforma os minutos da vida mais amplos... aguçando a indeterminável pesquiza das "coisas" que povoam o mundo. E, entre as coisas e as causas da constipação, as viagens no tempo são incontroláveis... Em 1952, por exemplo... "a constipar" é um tema do Trio Madrigal e Trio Melodia.
http://daniellathompson.com/Sounds/Boeuf/11._Maricota,_Sai_da_Chuva.mp3

2.11.05

[acclamare/acclamatione]

Há os que levam uma vida inteira aguardando uma honra por meio de brados. Outros... são aclamados à nascença. Assim sendo, entre os que proclamam e os que são proclamados... ficam os demais envoltos na esperança de igual acclamatione!...

aclamar, v. tr. conferir um cargo ou uma honra por meio de brados; proclamar; aplaudir. (Lat. acclamare).