17.7.08

[ lisboa: short term rent apartments ]

{... contextualizando o aluguer temporário de apartamentos à cor das telhas e dos edifícios portugueses, a nova roupagem gráfica para representar a imagem de tudo o que nos leva ao conceito da habitação... é o logotipo esgalhado por Francisca Mendonça para o site: www.rogrent.org que está de parabéns... porque as casas sempre se pintaram de várias cores! arrendar temporáriamente apartamentos nas zonas mais típicas de lisboa, é o novo conceito de oferta para as férias de 2008, aos turistas mais exigentes à descoberta detalhada na vida da cidade, numa prespectiva de habitar e conhecer determinados bairros alfacinhas. dos cafés às ruas, dos lugares de venda ao espaço urbano que o tradicional eléctrico cruza as colinas de lisboa... à espreita pelas nesgas das ruelas de lisboa: o Tejo!...}

16.7.08

[ Liberdade: O Corredor da Avenida...]

[... o grande corredor da avenida da liberdade tem sempre mais vida, se à corrida nunca se parar de sonhar. sem ela... a vida seria tempo parado. sabes, é que todos os quadros param no tempo. ontem, em espaço fechado. hoje, em avenidas do futuro. sem liberdade, as cores jamais alcançariam o grande corredor desta vida. talvez por isso, não valha a pena perder-se tempo com alguns corredores da desgraça... que se cruzam na nossa grande avenida da vida. a liberdade pode ser pintada por muitas cores... mas a avenida... a nossa (alcançada em vida), é o maior fôlego para continuar esta corrida. descer a avenida da liberdade e espreitar as janelas que nos levam às memórias do que já não nos pertence... é um apelo que nos faz sonhar... e nos diz: que há muitas mais avenidas neste mundo para a cor continuar a vencer. ]

9.7.08

[ As Serras e os Vales também se cantam ]


{... as serras, as montanhas e os vales também se cantam. o que seria de nós, sem o grande património do Ser. fugaz... e muito fugazmente, passaríamos pela terra, sem cantar as memórias do que fomos e somos. canta-se o verde; o azul; o branco; o amarelo; o carmim e o negro... que de tão negro se pintou o Fado. sabes... é que se as cores não se cantassem... o universo era todo de uma só única cor!...}

7.7.08

[ 00Fleming: Ensaio sobre a Imortalidade ]

{... a imortalidade em ensaio na figura do agento secreto 007 é o novo livro de josé antónio barreiros, que irá certamente reunir muitos convidados no "pateo das letras" em faro. a cultura é sem dúvida a melhor companhia que podemos levar da cidade para a grande serra do pensamento! no dia 12 julho, na rua dr. cândido guerreiro, às 17h30, abre o novo pateo da cultura. é o espaço memória que estará aberto de 2ª a Domingo, a partir das 10h00 e encerra: de 2ª a 3ª - 20h; 4ª, 5ª e Domingo - 21h00; 6ª e sábado - 23h00.
a imortalidade é a imortalidade e um livro é um livro! fleming um agente secreto, e o autor do livro: um amigo que assina a página www.omundoemgavetas.com }

2.7.08

[ Rezo-te: em mil promessas de cor!...]

{... chegadas as grades do desejo, rezo-te... em mil promessas de cor. sem panos brancos de linho - vejo-te. Deus corpo: arte Senhor. és alegria na chegada e na partida, em tudo que morre e nasce. hoje, tenho-te nos quadros encostados à alvenaria do desejo, com que pinto e te revejo.
hoje, rezo-te... em mil promessas de cor!...}

27.6.08

[ Brava Dança Dos Herois ]




{... dos fracos não reza a história... era assim. assim é e assim será! era tempo, e vontade de cantar alto a nossa história. eramos assim. somos assim. cada um de nós, ligados ao mesmo grupo de amigos, hoje por caminhos diferentes, vamos cantando alto a nossa história. foram momentos que à volta de uma mesa de café... se diferenciava uma nova geração. a nossa missão era: revitalizar a imagem de portugal. hoje, como ontem, e como amanhã... muitos de nós, continua em áreas tão diferentes a riscar os cadernos da cultura portuguesa. bons tempos! tempos cantados, escritos, dançados, imagens pintadas, marcas recriadas na vanguarda do querer: ser português. agora... mais imagens e novos tempos virão!... afinal, dos fracos não reza a história.}

26.6.08

[ Na escalada da Paz!...]


Lancia Delta Ad - w Richard Gere (Complete)
Colocado por kkoci

{... até à serra onde a cidade das tintas acentou suas cores... a escalada poderá ser feita em qualquer veículo, desde que os amigos convidados transportem: paz! }

25.6.08

Ser Cidade Das Tintas

{... Ser: na cidade das tintas é saber conviver com todas as emoções. nesta grande cidade a insegurança que habita em alguns Seres, deixa logo de existir. não há ciúme nem inveja que seja retratada ou presente nos habitantes da cidade das tintas. porque... a insegurança é resultado das imperfeições que cada corpo ou mente possui no grande espaço da vida. aqui... todos os defeitos são retocados, pintados, apagados, sombreados, aperfeiçoados até ao limite da imaginação de cada um. como se define o pigmento para o ciúme?... difícil questão esta que no exercício da cor, somos todos nós, remetidos para o universo dos rostos conhecidos que assim animados são. se a imperfeição dos rostos não fosse proporcional ao ciúme: todas as tensões emocionais seriam pintadas no mesmo tom! é por isso que todos somos diferentes. na cidade das tintas não há seres mesquinhos, inseguros ou imperfeitos. nela habita sempre o que de melhor há na vida: a confiança dos gestos e a selecção expontânea de cada tom. os pincéis e as tintas são apenas o espelho da Alma, e como cada um livremente se expõe. se todos os Seres, pudessem corrigir em vida todas as suas imperfeições: o céu rebatia na terra e, todas as cidades estariam nas tintas, para o que nos afasta nesta vida, de alcançarmos a paz. e porque há quem sempre viva verde de ciúmes nesta vida, hoje os novos pincéis chegaram todos eles pintados de verde! }

21.6.08

[ Corações Dependurados ]

{... há nas ruas percorridas da emoção quem dependure o coração em janelas abertas para o céu. refrescadas as turbulências do sentir... ar puro faz-nos sempre bem! é também assim nas grandes cidades. o grande edifício humano enche-se de cor nos dias quentes do verão. aproxima-se a calmaria das férias em areias perto do mar: portugal vai a banhos!
refrescam-se as ideias e as emoções do euro 2008. afinal, nem tudo é o que pensamos realmente ver. é exactamente no patamar da subjectividade que o improvisto sempre acontece. agora... na agenda das grandes cidades, é tempo de se projectar renovadas sombras, no asfalto dos novos dias.
refrescadas as turbulências do sentir... o ar puro faz-nos sempre bem! }

18.6.08

[... Ser Texto / Être Texte...]

{... ser texto / être -texte, não é tarefa fácil. para que servem as palavras se nem sempre, todas elas são ouvidas? para que servem as palavras, se nem por elas somos escritos? para que serve escrever, se não formos texto? aparentemente todas as palavras são iguais. nessa complexa forma de ser... só os textos diferem. há em cada Ser, infindáveis composições de múltiplos textos. mas só alguns, sabem como desenhar a caligrafia do sentir. é isso que Lima sabe fazer! o mesmo Lima que conheci na redação de uma revista de arte. cruzados os nossos caminhos... a arte volta a juntar de novo, nossos nomes nas prateleiras, onde ser texto acontece. há mais être - texte em Luís Lima... para ler e ouvir, aqui em: http://www.luislima.tk/ }



boomp3.com

16.6.08

Vieira da Silva

{... maria. maria vieira da silva. a pintora que portugal não quis. que nada ligou... e que ainda nada liga: à cultura é claro! o nada não muda e tudo é hoje igual ao seu tempo. nada! que aconteça o nada. a cultura deste país transformou-se num círculo de inércia: a bola! nela, o nada anda às rodas faz tempo. novamente o nada até que outros nos olhem. o vazio. só que o nada não pode vir do nada... por isso, há que em mais nada, nada lhes ligar. às palavras do círculo! às palavras que completam os ideais da cultura. se não fossem os ateliers... levarem-nos a viajar pelo tempo e pela terra, tudo isto seria redondamente feliz. como é bom partir! "é urgente partir" - disse maria. "coisa triste nascer num país que não nos quer. o melhor será partir!" - disse mais ainda -, vieira da silva. assim fez, mudando o seu atelier vezes sem conta.
se não fossem as planícies e as nossas serras, caminhos abertos para o céu e para o mar... também eu maria, partiria desde logo, pela porta que nos leva à cor e às formas, para colorir todo o vazio e o nada, desta inércia que se instalou faz tempo em portugal. aqui, tudo é redondamente feliz assim. só os ateliers é que nunca ficam parados no tempo.}

13.6.08

[ Deus e Pessoa ]

{... Deus
Às vezes sou o Deus que trago em mim
E então eu sou o Deus e o crente e a prece
E a imagem de marfim
Em que esse deus se esquece.

Às vezes não sou mais do que um ateu
Desse deus meu que eu sou quando me exalto.
Olho em mim todo um céu
E é um mero oco céu alto. Fernando Pessoa...}

11.6.08

[ PR ou GR: A Serra! ]

{... já na serra, de frente para uma das paredes das poucas ruas da minha nova aldeia: eis a sinalética dos novos caminhos! no meio deste deserto, não sei quantos transeuntes verei passar na calmaria dos dias, à procura destes assinalados percursos. como é alta a serra desta aldeia que se ergue toda ela para o céu, em mil pedras de todos os tamanhos. ontem, as nuvens desenhavam sombras, no dorso das suas acentuosas nervuras esculpidas sabe-se lá por quem. aqui, mais perto do céu, o azul é mais claro. a luz é muito forte e por vezes, entre as pedras brancas e as nuvens que se lhe abeiram, ficamos sem ver o azul que o céu tem. tudo é branco ainda sem a neve que se aproximará por fim! a pedra que há por todo o lado, esculpe formas volumétricas de seres perdidos no tempo. são tantos os vultos que se advinham dela... que ficamos sem saber se esta gente agora estática no tempo, se animara um dia na escalada da serra. são tantos os caminhos que nos levam ao seu cimo, para que mais perto do céu, sempre dela se aviste a terra. nesta aldeia há uma igreja, um fontanário e uma carreira que passa a horas incertas. há memórias tão antigas e casas perdidas nestas pedras aparadas pelo vento. no sotão que abarcará o novo tempo de cores, são projectadas as medidas exactadas para que tudo dê certo. será talvez... este o lugar perfeito para se concluír o novo ciclo. será talvez... e ainda longe do inverno... tempo para escalar até onde o azul do céu é mais claro, e a terra ainda dela se avista cheia de luz. PR ou GR?!... amanhã talvez !... }

8.6.08

[ No grande bairro dos riscos. ]

[ o chiado é visita obrigatória quando lisboa toma lugar no tempo. não sei o que faria sem o chiado! ali... onde o eléctrico 28 risca o chão da capital há esplanadas repletas de gente. após a visita "visitada", aos lugares que aqui me trazem, a fnac está sempre na rota da saudade desta minha cidade. na supresa das pessoas que nela se encontra, há também prateleiras assim. ao lado de andy warlod... virado para a grande sala, dei de caras com o livro que regista a minha estada no alentejo. olhar para ele é viajar no tempo. é recordar todas as cores que pintaram a planície do meu olhar. é voltar ao alentejo sem sair do chiado. só os habitantes da "cidade das tintas" têm todos os segredos das cores que nos levaram até aqui. reunidos os generais da nova batalha, o novo tecido está já de partida rumo à serra da minha nova aldeia. quais os seus segredos... ainda não sei! mas é nela - pequena aldeia perdida na serra- que a "cidade das tintas" se vai agora instalar. depois... que o novo livro se imprima para que eu volte sempre ao chiado! futurar a nova exposição é já ter saudade das novas cores que ainda não coloriram o novo lugar. afinal, não será a saudade sempre supreendemente nova, na melodia das emoções? as prateleiras sem livros coloridos é como o chiado sem o eléctrico 28. há nele, registos e memórias que o tempo nunca apaga, todos os riscos pintados por alguém. é assim que virados para a grande sala das artes queremos ficar. obrigado fnac... neste país que se esquece das muitas outras aldeias que portugal ainda tem!...]

2.6.08

[ A Caligrafia das Cores]

{... na caligrafia das cores, a tela dos sentimentos é o grande tecido das nossas novas memórias. há por isso e isoladamente em cada uma destas, infinitas combinações de novos tons. o pano da vida é uma misteriosa peça que se vai desenrolando, sem se saber ao certo, quantos metros de tempo cada peça tem. tingida a preceito, sobre ela, vamos escrevendo na caligrafia das emoções: o tempo. se eu soubesse, quanto tempo tem o meu próprio pano... de que cor, o pintaria hoje? tudo aqui é verde, e ainda não partimos deste lugar. sentir as cores... é pintar a vida de novo. na espiritualidade dos pigmentos cada cor produz um efeito diferente. hoje, há esperança neste verde que pintado de amarelo, se abre no branco que clareia o pano. todo o tecido branco que aqui nos chega, ganha sempre uma nova escrita. nunca nada fica por acontecer porque os sentimentos também se escrevem no dialecto das cores. concretamente, toda e qualquer escrita é sempre uma procura desejada. e tudo só acontece quando - nos seus mais diferentes significados-, surgem as percentagens concretas da cada cor. escolhidos os novos tons, não há pano nesta vida que não se preencha de novas cores. }

28.5.08

[ Portas de X cores ]

{... no trilho da vida há portas de X cores. podemos estar de entrada ou de saída no grande arco da vida, que só a pedra não é consumida pela pressa que o tempo tem. na fogueira acesa das ideias, as arcadas do pensamento ganham sempre novas cores. neste antigo convento, há ainda tons que nos levam às memórias de outros tempos. desbotadas as cores, a alvenaria resiste ao traço do escultor: a textura e o tacto. não é só o barro que se molda!... sabes, é que na memória das cores, todos os nossos sentidos são activados. nas nervuras da pedra, projecto sempre quando lhe toco, um sentimento de partida. há em todas as portas X e tantas outras cores... se eu pudesse trazer a frontaria do que vejo, para o atelier que desejo, instalava-me neste jardim. estando eu aqui, de entrada ou saída, a única porta que vejo, leva-me sempre até 2010! chegadas as novas telas, não há arco nesta vida que me faça parar. e só o tempo é que destina, quando estarei eu de saída, deste jardim desbotado pela ausência do mar. talvez por isso, o céu se põe tão azul nesta serra. nascidos à porta de x cores, são os quadros que já trago na memória, mas que o tempo nunca mais os faz aqui chegar. de partida ou de chegada, não há cor que não nasça de novo, sempre que à porta do tempo for dia de um novo ciclo por fim se iniciar.]

26.5.08

[ Nas Telhas do meu Sono ]

{... abertos os olhos para o Mundo, tudo pode ser diferente ao acordar. mas as telhas... as telhas do tecto do meu sono, estão sempre abertas para o céu. quando o Mundo disperta, antes da luz se ajeitar lá no alto, a noite sempre se faz dia, e por vezes todo ele, se pinta de branco. nas noites em que o sono é mais leve, o céu está sempre à espreita. o Mundo ainda é Mundo entre os olhos que se abrem e se fecham de novo. não há rua que eu percorra no meu sono, que não venha dar a esta janela. na mágica paleta, dependurada no tecto deste quarto, todo o acordar se transforma. que mais poderei eu desejar, se nesta vida penso a pintar? se eu pudesse, todas as telhas desta casa seriam transparentes, e só dela se avistaria azul... quer do Mar ou do Céu... mas azul que sempre haja! abertos os olhos para o Mundo, tudo pode ser diferente ao acordar. mas as telhas... as telhas do tecto do meu sono, estão sempre abertas para o céu! sabes, é que não há branco na terra que gele toda a àgua, nem sono que se perca, e não saiba sempre aqui voltar.}

25.5.08

[ O Olhar de Bernardo Lobo ]

{... bernardo saraiva lobo, que para os amigos se chama Nika, é um dos melhores fotógrafos portugueses. cada imagem que regista através da sua câmara, é prova dada do seu talento como artista. quem assim confirma, são as diversas pessoas que já retratou para livros, revistas, catálogos, brochuras, e campanhas de publicidade. as suas fotos realizadas para artistas, políticos, actores, empresários, desportistas ou personalidades públicas: falam por si. bernardo lobo estudou em Inglaterra e nos Estados Unidos da América. actualmente faz diversos registos na área do desporto Náutico, sem nunca deixar de lado as suas tão marcantes fotos personalizadas de rosto. de barco, helicópetro, em cima de elevadas gruas, no interior do seu estúdio, no mar ou na terra... o seu porfolio é invejável. são muitos os pintores que o escolhem para o difícil registo fotográfico das Obras que vão expor, e para o tão famoso retrato personalizado. há no seu registo a preto e branco, o domínio perfeito entre a luminosidade e contraste, as formas e as linhas que constituem cada rosto. vive em frente ao Mar, rodeado pelas cores fortes da praia. no interior do seu estúdio repousa o pano preto que serve de cenário para as fotos do artista. os contactos vêm no site que ainda está em construção... quanto ao artista: subscrevo todo o seu talento! ]